Perguntas sobre o passado, inseguranças com relação ao presente, incerteza do futuro. Isso tem afligido muito as pessoas.
Até hoje não sabemos ao certo de onde viemos, como surgimos. Filósofos querem entender, através de estudos a personalidade de cada um de nós e a que fato ela está ligada- quem somos.
Existem milhões de teorias para onde vamos, como surgimos...
Os economistas querem explicar a crise e os cientistas como o cérebro funciona.
Hoje os cientistas discutem sobre a teoria da biogênese e da abiogênese, se a opção sexual é definida pela genética e porque você boceja quando alguém boceja.
Os biólogos querem entender o dia-a-dia dos animais e os nutricionistas se o ovo aumenta o colesterol.
Você pode pensar muitas coisas. Pode pensar que “os mamonas” foi simplesmente uma bandinha de curto sucesso, ou que foi uma das bandas de maior abrangência. Que a viagem à lua foi uma grande farsa e que Michael Jackson está vivo.
Pode pensar que nada supera o capitalismo ou ter certeza que o comunismo é a única saída.
Você pode pensar que a televisão é apenas mais um eletrodoméstico criado para evitar a alienação do ser humano ou que é uma nas maiores invenções da humanidade.
Você pode pensar que existem vários deuses, um ou nenhum ... que as estrelas são pedaços, restos da grande explosão ( BigBang), que iluminadas pelo sol, produzem brilho. Pode pensar que o amor supera tudo ou que é apenas algo passageiro. Pode pensar ainda que amor não existe (mas não é porque você acha isso que as pessoas a sua volta são obrigadas a concordar. Se você sofreu e hoje desacredita, só tenho a lamentar, afinal, nunca mais terás o prazer de amar).
Enfim... você pode pensar em várias coisas, pensar no que quiser e quando quiser... A única coisa que você não pode fazer é deixar de pensar.
Como você pode ver, não são as respostas que movem o mundo, são as perguntas. As respostas servem apenas de coadjuvantes.
Esse final de semana foi diferente e ao mesmo tempo igual. Fora da rotina e ao mesmo tempo algo de costuma. Unido e afastado, feliz e triste, calmo e agitado, estressante, divertido, especial...
Todo ano é assim. Quinta à noite nos unimos, jantamos e apartir dali começa a reunião anual da família Haehling, Braune, Rumiantzeff, Ludewigs, Omunndsen, etc.
O ônibus é só nosso por onze seguidas horas de olhos abertos, frio, tédio, ansiedade e diversão.
As paradas para “descanso” /alimentação foram feitas duas vezes e em cada uma delas, comia-se bem, afinal, ninguém sabe a hora que pararíamos de novo.
Chegamos lá na sexta de manhã, da qual fui direto me trocar para cavalgar, algo que não faço desde a ultima reunião de família – 2007. Revi os "tios"- recreadores, que não vejo ha um bom tempo. Cresci ao lado deles, brincando de todo tipo de coisa. Tio Urso não estava lá, estou com saudades. Mas o tio paçoca, tio banana e tio gu estavam! FIRMES E FORTES. É bom rever pessoas que fizeram parte de uma infancia bem mais divertida para mim.Enfim...
Meu cavalo, que eu não sabia o nome, batizei de Ashton (nome de um ator americano maravilhoso, para caso perguntarem o que eu estava fazendo, eu ter o prazer de responder : Cavalgando no Ashton).
Fizemos um passeio que durou uma hora e pouco, fomos até a fazenda São Bento – posse da Tia Erica- da qual nem chegamos a ficar. Queria ter ido cumprimentar a Dona Guta, o Fernando, filho dela e o resto do pessoal, mas não houve tempo hábil.
Voltamos pra Fazenda Santa Clara, de posse do meu primo, Ian Felix – onde todo ano nos serve de moradia. Ficamos na piscina, relaxando e tomando sol. A caipirinha de lá é maravilhosa, aliás, que falta eu estava sentindo dela. Tomei umas duas bem caprichadas na vodka. Descobri que tenho um primo da Alemanha que eu não conhecia – Andreas, vulgo Andy, de 17 anos.
Após almoçarmos, fui fazer sauna com a mamãe. Passamos shampoo do lado de fora, enxaguamos, passamos condicionador e entramos na sauna, onde nos emplastamos de hidratante para a pele.
Lá permanecemos por uns 30 minutos e após sairmos, tratei de terminar meu banho nos meus aposentos e me deitar, afinal não dormi nem se quer dez minutos da viagem.
Acordei depois de umas horas, saí e como não vi ninguém, voltei a dormir. A festa junina começou e eu não conseguia levantar por mais que me chamassem. Até que uma frase conseguiu roubar de mim um pulo : “ thayana, vamos, já estão começando a tirar a comida, você vai ficar sem comer”.
Tirei muitas fotos, me deliciei com as comidas típicas e a caipirinha maravilhosa. À luz da lua cheia, a nossa família se reuniu em baixo de umas árvores. Bruno no violão e o resto na voz. Cheguei a deixar escapar umas lágrimas – de alegria por estar ali. Eu adoro esse clima familiar. Gostaria que houvesse outras reuniões, mais vezes do ano.
Por volta de duas da manhã fui me deitar, eu estava que era só cansaço, mas soube que a farra rolou até as quatro.
No dia seguinte mais cavalgada, mas dessa vez foi diferente. Fomos à luz do sol e voltamos à luz da lua. Chegamos até a casa do tio Paul e foi ruim vê-lo naquele estado. Infelizmente não podemos absorver muita esperança com relação a ele.
A lua não saía e precisávamos voltar pra Santa Clara para a festa que ia rolar.
Então resolvemos retornar sem lua mesmo. Estava tudo escuro, um breu, sem UM FEIXEZINHO de luz. Nada que nos impedisse de voltar. Os cavalos são espertos e enxergam melhor que a gente à noite. Teria que ter me arrumado rápido, mas isso não é comigo. Demorei uma hora meia, quando deveria estar pronta em meia hora. Perdi algumas homenagens e um filme da família – infelizmente.
Mas em compensação quando cheguei lá, roubei a cena. Eu estava linda e não havia uma pessoa que não me olhasse.
Rever meus primos e tirar fotos com eles foi o que me ocupou durante um bom tempo. Jantamos e logo as músicas começaram a ficar chatas. Os mais jovens se reuniram no salão de jogos, enquanto os mais velhos dançavam um pouco mais. Com um DJ daquele estava difícil se animar.
Fui dormir por volta das duas da manhã. Eu me sentia muito bem, meu coração estava batendo feliz e nada seria capaz de fazer a minha felicidade diminuir e/ou acabar.
Domingo acordei feliz, tomei café, mas algo desandou meu dia. Um pressentimento da Juliana –muito sensitiva – dizia algo negativo sobre a cavalgada de hoje. Não com relação a mim, nem a ela, mas sim ao meu pai. Uma dificuldade, algo ruim aconteceria. Meu coração pediu que ele ficasse. Eu o implorei. Ele até se convenceu de ficar, mas não parecia-nos feliz.
Liberei-o de ir, mas fui atrás- sem a mínima vontade, com muitas dores e cansada. Correu tudo bem, fora o tombo que o Bruno levou da mula. Nada demais, ele caiu na beira do rio, mais pra dentro dele do que pra fora. Nada lhe aconteceu. Talvez o pressentimento ruim fosse com relação a ele.
Piscina, primos, almoço, conversas, risadas, caricias, cafunés, massagens, abraços, beijos, roncos, cheirinhos, apertões, discursos, homenagens, choro, bobeiras, gargalhadas, gritos, e depois da ultima reunião, arrumamos tudo e fomos para o ônibus que partiria 18h/19h. A despedida não foi a melhor parte, aliás, foi a pior, pra mim. Ao entrar no ônibus meus olhos encheram de lágrimas, mas contive o choro.
Saímos 19h20min. A primeira parada foi às 21h40min. Muito cedo, de fato. Eu não tinha fome ainda. Mas comi, afinal não sabia quando pararia outra vez.
A próxima parada aconteceu por volta de 02h30minh.
Durante todo esse tempo, apesar de ter um banco só para mim – os dois lugares- não consegui dormir sequer um segundo.
Chegamos ao rio quase 8h, tomamos café, me despedi dos meus primos, disse que os amo, pedi para não se ausentarem por muito tempo, afinal sinto falta deles e fui dormir.
Acordei 15h e passei o dia no quarto, postando no Orkut as fotos da viagem.
Em toda essa correria o que mais me chamou atenção foi que dessa vez nossa família parecia mais concentrada, mais unida, mais amiga, feliz, risonha e eu, mais do que nunca sinto que amo meus primos cada vez mais.É bom tê-los,todos, ao meu lado, assim, mesmo que apenas uma vez por ano.
Apesar de corrido, estressante e eu não ter podido fazer nem metade do que eu gostaria, foi divertido e tenho a consciência de aproveitar cada segundo ao lado dos meus primos, que, provavelmente, só verei ano que vem.
Não que eu esperasse pulos de alegria e fogos de comemoração, mas que no mínimo ela fosse ficar feliz por mim. Se diz minha melhor amiga e na hora de comemorar uma conquista minha ao meu lado, ela falha.
Se ela realmente fosse minha amiga, ficaria, pelomenos, feliz com a minha alegria, presumo.Mas porque ela é tão irascível ? isso é : se estressa tão facilmente ?
Quando estou solteira, o motivo da briga é fato de eu querer ficar com meninos que não conheço bem e se estou namorando, o estresse é outro, que eu nem entendo qual seja.
Nem esboçou o mínimo ar de felicidade. Não estamos na novela das seis onde o “filho do demônio” luta de todas as maneiras, faz de tudo para ter a “santinha’’. Eu tenho certeza que se ela continuar no meu pé, ele vai “dar pra trás” e eu não estou disposta a perdê-lo depois de tudo que fiz para te-lo comigo, só comigo. E eu vou ficar na pior denovo e a culpa será dela.
Eu esperei tanto por isso, minhas amigas sabem disso, tanto que quando contei, pularam de alegria. Vibraram comigo. Ela fez a questão de sequer dizer: “que legal filha! Você conseguiu o que tanto queria. Eu sei o quanto isso é importante pra você. Vai dar tudo certo, estou ao seu lado”. Nada, nada. E ainda teve a coragem de dizer que estava de drama. Aliás, não agüento mais isso! Tudo que eu falo, dizem ser drama. Algo que vem me irritando há tempos.
Enfim... Foi tudo tão mágico. Há alguns dias eu estava percebendo que essa seria a decisão dele – afinal, ele precisava tomar uma, depois de tanto tempo instável – e ontem tive mais certeza, após ler o que ele dizia no MSN sobre a gente, sobre NÓS, sobre o que sou pra ele e o que ele sente. Preferiu que fosse à SOS.
Hoje ao vê-lo, meu coração bateu forte – mais do que o normal. A saudade pode ter contribuído para essa aceleração de batimentos, mas creio que o fato de eu saber o que aconteceria me deixou ainda mais nervosa.
Depois de muitos beijos e declarações, veio o pedido, foi lindo, perfeito, maravilhoso, fez meu coração disparar, veio dele, não podia ser diferente.
Eu me lembro até hoje do dia que eu o conheci. Foi num sábado, dia 4/10/2008, chovia e ele tocava violão, fiquei encantada.
No outro dia, passamos um churrasco inteiro conversando e depois de bastante tempo, recebi o beijo mais gostoso que já havia provado.
Quando ele me beijou, não sentia mais o chão aos meus pés e meu corpo parecia estar tão distante da minha alma que era até difícil voltar para si e terminar o beijo.
E dali em diante foi assim. Não durou muito, eu o perdi, confesso que sofri, mas quase nada se comparado a segunda vez.
Ficamos um bom tempo sem nos vermos – não queria olhar pra ele nunca mais.
Depois de alguns meses, recomeçou, ele foi até Mangaratiba, sozinho, de ônibus, de madrugada, pra me ver, me reencontrar, me pedir pra voltar – ele sabia que iria conseguir afinal depois de tudo isso, não teria mais o que dizer se não: ta perdoado.
Não durou um mês. Ele cansou de mim, enjoou, não sei. Foi o fim, pra mim, ouvi-lo dizer que não queria mais. Opção dele, pelomenos foi sincero, não me enganou, nem me iludiu quem fez isso comigo fui eu mesma. Eu tentai de todas as formas me fazer aceitar que ele não era pra mim, que eu arrumaria alguém muito melhor e nem olhar para ele eu queria, sequer encontrá-lo. Até que algumas coisas começaram a me chamar atenção, como por exemplo, o fato de eu sonhar com ele no mesmo dia que isso acontece com ele ou eu vê-lo justo no dia em que ele sentiu meu cheiro enquanto caminhava.
Do nada pensei nele num dia e ele também pensou. Começamos a contar isso um para o outro e vimos que nossas almas tem alguma ligação.
Passou o tempo e novamente, percebendo a burrice que teria cometido, foi até o rio das pedras, em um lugar que não é muito o seu estilo pra pedir pra voltarmos e voltamos.
Dia 11/07/2009. Senti que ele estava arrependido por ter me deixado ir. Assim como tenho medo de perdê-lo e não encontrar mais ninguém como ele, ele também parecia carregar esse temor.
Foi lindo, romântico, vindo dele, mais uma vez, não podia ser diferente.
Sabe, não estou disposta a estragar a minha felicidade em função das crises de ciúmes e ataques de mal-humor da minha mãe. Ela precisa estar comigo, do meu lado, sem ela não sou ninguém. Mas parece que ela é a única pessoa que eu não tenho.
Apesar disso a vida me mandou um presente maravilhoso chamado Leonardo, que tem feito meus dias mais felizes e minhas risadas mais contentes. Alem de me ouvir, me aconselhar e me ajudar, ainda é um grande companheiro. Quero poder estar com ele durante muito tempo. Sou apaixonada por ele.
Diante de tudo isso, tudo que sinto, e EU DISSE QUE SENTIA pra minha mãe, ela ainda tem a coragem de dizer : “namoro é sinônimo de problemas”, fiz questão de retrucar : “quem os cria é você”.
Claro, ela vê erro onde não há. Porque não me deixa viver em paz, simplesmente? Tá na hora sou bem grandinha.
Mas de uma coisa eu tenho certeza: ela não vai estragar, nem sequer, alterar/diminuir a felicidade que estou sentindo por estar namorando o músico mais lindo que eu conheci até hoje (fora o Caco). Não só por fora. Por dentro ele é um homem encantador, irreal, maravilhoso e tem tudo que uma mulher precisa num homem. Ainda bem que é meu.
Eu falo sem pensar, sou sincera e transparente. Não nasci para disputar nem guardar a minha opinião, mas sim para conhecer e aprender cada dia mais com/sobre as pessoas ao meu redor, através da liberdade e com amor. Não ligo para marcas e preços, me apego rápido, me iludo fácil, não suporto qualquer tipo de discriminação e não vivo sem internet. Eu queria poder falar tudo que penso, na hora que eu quero, mas como nem sempre é possível, prefiro escrever ( devido ao meu excesso de sinceridade). Tenho um certo receio do que possa sair nessas palavras ditas por impulso e sem um grau de avaliação adequado. Não me importo com quem vai ler, nem se vai gostar. Não estou aqui para agradar a ninguém, muito menos para desagradar. A questão é que, como se trata de algo pessoal, lê quem quer, comenta se gostar. Não perca tempo com futilidades. Coloque um pouco de conteudo na sua cabeça, sabe porque ? PORQUE TEM GENTE QUE AINDA PENSA :P