domingo, 17 de abril de 2011

Sexo e Cachorro Quente!


Nossa!
Há quanto tempo não venho aqui dar o ar da minha graça!
Bem... Vou atualizar esses últimos dias.
Esses meus pensamentos mórficos passaram, agora estou bem melhor e isso aconteceu do nada.
Esse final de semana foi muito bom porque meus pais foram pra Sitio Bom e eu fiz a festa aqui em casa.
Em 2 noites e 1 dia, eu fiz sexo 6 vezes e comi 4 cachorros quentes.
Esse fim de semana se resumiu a isso, mais ou menos. Recebi uns amigos ontem, o Julio preparou o churras, que ninguém trouxe nada, por sinal, mas tudo bem e comemos enquanto jogávamos poker e ouvíamos música.
Foi bem divertido! A Lu passou o fds aqui comigo e estamos cada vez mais irmãs.
A lua está linda esses dias e a cada dia que passa me apaixono mais por ela.
A casa é só minha até as 8 da noite, onde meus pais vão chegar e a farra vai acabar. 
Esse tempo que fiquei sozinha me fez pensar o quão bom seria se minha vida fosse assim. Sem ninguém pra me controlar e eu fazendo o que eu bem entendo.
Nada pode estragar a alegria que estou sentindo.
E eu espero que dure. Que ela não se acabe em uma simples reunião de trabalho, onde podem ocorrer possíveis brigas- como aconteceu essa semana eu e Raquel- e desentendimentos indesejáveis. Essa semana vai ser curta, diferente das outras porque quinta é feriado, então só terei aula até terça pq o professor não vai dar aula quarta. Será pouco cansativa... mas eu vou dormir mesmo assim para estar nova em folha para encarar tanto meus compromissos quanto mais um final de semana desse.
Ai que delicia ...

(J.B.L) (L.H) (M.E.B)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Aflita


Tenho tido pensamentos/sonhos/pesadelos muito fúnebres, com caixões e gavetas, pessoas mortas, enterros, rosas brancas, gente chorando, etc. E o pior é que não são só comigo. Envolvem outras pessoas.
Acho que o que pode ter começado a desencadear essa série de devaneios contínuos e indesejáveis foi a morte do menino, estudante de direito da UERJ, 6º período, que se jogou do 11º andar. Não sei como e nem por que. A única coisa que posso dizer é que acho ele muito corajoso.
Quatro dias depois, uma menina de pedagogia, um período acima do meu (3º), 19 anos, morreu de dengue e ao passar no corredor só se vê gente triste. A sala que ela estudava é em frente a minha, então, qualquer hora que eu saia, tem alguém no corredor chorando, se abraçando, etc.
Nesse intervalo entre o suicídio e a dengue, eu passei pelo cemitério de botafogo ( OBS: nunca imaginei que fosse ver um lugar tão grande. Deve ser do tamanho do maracanã) e  vi gavetas onde as pessoas mortas ficam. Eu sabia para que servia, mas nunca tinha visto. Só em filme.

- Mãe, o que é aquilo?
- São gavetas.
- Ah ta!
- As pessoas que não podem comprar uma sepultura, porque é caro, compram uma gaveta onde colocam o morto e fecham com uma parede de concreto.

Essa ultima frase mexeu comigo. Comecei a me imaginar dentro de um daquele, sendo que detesto ficar em lugares fechados, apertados, ainda mais estando presa e no escuro. Seria o fim pra mim.
Eu tentei dizer isso pra minha mãe, junto ao pedido que nunca me coloque num troço daquele, nem morta! Mas ela não me deixou terminar e isso ficou engasgado em mim.
Na hora de dormir, ainda estava meio acordada -mas não sabia se estava sonhando ou não- e engrenei novamente naquela fantasia. No meu “sonho”, me pegavam enquanto eu dormia, me colocavam num daquele e quando eu acordava, eu estava presa, gritava e ninguém me ouvia, não conseguia me mexer e o sonho acabava com meu desespero. Demorei muito, sofri, chorei muito antes de acordar. Aflita, fui procurar minha mãe e nos braços dela chorei como há muito tempo não o fazia. Ela, então, me deu a oportunidade de dizer o que eu precisava que ela soubesse e assim que eu terminei, ela pediu que eu não falasse mais nesse assunto, que esquecesse isso e não ficasse mais pensando no que pode acontecer. Continuei nervosa. Lembrando do homem, tentando entender porque ele fez aquilo, que tipo de problema ele tinha e que levou ele a cometer um ato tão radical. Chorava de soluçar. Tive até que tomar calmante.
Depois, o sono bateu e consegui dormir bem.
Hoje lembrei que minha mãe terá que operar a coluna cervical e apesar de ela me dizer que não tem riscos, toda cirurgia causa preocupação nas pessoas em volta e no próprio operado.
Em meus pensamentos eu me perguntava: “E se algo der errado? Como vou viver sem a minha mãe?”
Meus olhos encheram de lágrimas (como agora) e pus-me a chorar no ônibus.
Meu tesouro, minha vida, jóia preciosa, minha paixão, meu grande amor, tudo pra mim...
Estou sofrendo por antecipação porque a cirurgia só será em Julho? SIM, eu sei que estou. Acontece que essa é uma característica minha e não tenho como mudar, só tentar melhorar.
Vejo/imagino/sonho com coisas loucas. Pessoas gritando, sinos tocando, flores caindo, portas batendo. Estou com muito medo, desesperada, apavorada.

E pra piorar, ainda estou com chulé! hahahaha, só pra descontrair.

terça-feira, 5 de abril de 2011

About my full days...


Eu ando muito ocupada com faculdade, textos, trabalhos, auto- escola (que estou resolvendo) e cursos. No meu dia, não sobra tempo para fazer quase nada e minha mãe ainda quer que eu volte para a academia. Não sei que horário vou arrumar para malhar. E ainda há quem diga que não faço nada da vida, que minha vida é tranquila, que dá pra levar numa boa, só pq eu não trabalho. E o tanto de estudo não compensa? O desgaste diário pelo qual eu passo não é suficiente? Não trabalho porque não preciso e nem teria tempo.
Creio estar atarefada o suficiente. Não quero mais nada!
 Estou sem tempo de postar, mas assim que der uma brecha, venho contar à quantas anda a minha vida ! 
Enfim... Já são quase 22 hrs. Amanhã às 5:30, eu levanto, então, melhor eu ir dormir. Meu dia foi relativamente cansativo.
Câmbio desligo !