sábado, 31 de dezembro de 2011

73diasnaflorida!









Agora eu to na florida e já faz 15 dias. Abandonei esse blog... Mas foi sem querer, é que estou postando mais no outro. Mas bem, novidades sejam atualizadas: Vim aqui pra fazer um curso de inglês e estou na casa do Cesão, amigo da minha mãe. Está bem legal apesar de eu estar passando por certas dificuldades como: Habitos de alimentação, horário de dormir e acordar, prática de esportes, barulhos ( porque aqui a casa é pequena, estou acostumada a morar em casa grande e pra mim, nenhum barulho tá alto), etc.
Minha vida anda meio conturbada. Estou apaixonada e não sei se tem futuro... Passei o natal longe da minha família, hoje é o ultimo dia do ano e ainda estou longe deles. O curso só começa semana que vem e até lá isso aqui vai ser/ tem sido uma tortura porque eles dormem oito da noite e acordam 4 da manhã. Complicado! Se eu passo das 9 na cama, tomo esporro, se como fritura, torcem o nariz, se falo uma besteira, arregalam os olhos. É difícil mas a vida está me ensinando que é melhor der assim dentro de uma casa com pessoas que te tratam bem, do que pelo mundo a fora. 
Bem, a Meg tem sido uma amigona, me veste, me penteia, me arruma, me paparica, tira fotos... Ela me adora e eu também!
Quero que o curso comece logo pra eu não precisar estar tanto dentro de casa. Espero que tudo melhore!
Básicamente isso, desde o ultimo texto em que eu ia pra casa da Taniucha (acho que é assim que se escreve) mas ela não quis me receber, falou pro meu pai que era melhor procurar uma agência pra intercâmbio. Bem... Se eu quisesse, eu tinha feito isso ao invés de pedir alguma coisa pra alguém. Mas tudo bem! 
Hoje comprei um Bob Esponja de pelúcia e estou feliz por isso, hoje disse que amo o Fernando quando ele me perguntou... ele só sorriu e eu preferi não perguntar sobre ele. Podia deixá-lo sem jeito de dizer que não.


Até o presente momento está tudo aqui!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Mergulhando em queda livre...





Me trouxe novamente inspiração e me disse o que eu precisava ouvir. Me deu a atenção que eu necessitava naquele momento e me mostrou o quanto posso ser mais do que pensei que pudesse. Mas ao mesmo tempo me fez ver que nem tudo é como parece ser. Ele veio como se quisesse me ter e depois fala como se jamais tivesse demonstrado intenção parecida.
Estou confusa... Eu sou confusa. Todo novo me atrái e toda expectativa ou possibilidade de amor, me prende.
Ele fala como se não fosse normal eu me apaixonar. Por alguém como ele? Complicado, eu confesso...
Andei me ferindo, me magoaram, fui traída... Mas dei a volta por cima e apesar de uns estresses e desentendimentos, aqui estou eu, querendo mais que tudo passar meu tempo com ele e só com ele. Ignoro o resto e só quero ouvir o que ele tem pra me dizer.
Agora, surgiu essa viagem repentina... Talvez eu vá passar minhas férias de fim de ano em Atlanta (EUA). Dizem que lá é muito frio mas estou super ansiosa pra ver se tudo isso vai dar certo. É bom porque vou aprender um “novo” idioma, talvez até volte fluente no inglês e vou comprar meus aparatos eletrônicos que tanto queria. Tudo bem, pode ser muito legal mas e Cajati? E o Rafa? Que abandono cruel, que fase horrível, que escolha difícil, que decisão torturante.
Não comecei o texto falando do Rafa... No final eu digo de quem estou falando mas com ele, não sei se é concreto. Sinto algo além de amizade, tenho vontade de estar com ele a todo instante mas não me bate aquela saudade que as vezes sinto do Rafa, quando estamos longe. Tudo bem que não é a relação mais concreta do mundo, mas pelo menos já o beijei, já tivemos momentos de carinho, etc, com ele, nem chegou perto disso.
São sentimentos diferentes e tudo que consigo pensar é que jamais poderei ter algo sério com ele, afinal, sou ex do amigo dele e isso, pra ele, impede tudo. E qual é o problema? Ficaria um clima pesado mas eu nem ligo. O importante é ser feliz!
Nada me prende aqui, posso fazer as malas e ir correndo congelar na neve de Atlanta mas apesar de querer ir sozinha pra treinar o Inglês, queria que ele fosse comigo, pra me dar base, pra me amparar, pra ser o homem que eu queria. Ele tem tudo pra ser tudo que eu quero, é exatamente do jeitinho que me completa e se estou sentindo alguma coisa além de amizade, eu não sei mas ele está avisado: Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!
Mas aí me pergunto: Porque só escrevo textos bons quando estou gostando de alguém? As pessoas me inspiram! Deve ser por isso que minha mãe me chama de Maria-vai-com-as-outras. Nesse caso, sou mais dependente de felicidade pra escrever textos do que pela saco de alguém.
Mas é isso... Meus últimos dias tem sido de saídas, noitadas, amigos, bebida, cigarro e muita alegria... Mas não AQUELA felicidade.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sou chata, denovo!

Tá, eu admito, às vezes perco a cabeça, saio de mim, falo o que não devo e depois sempre me arrependo, mas é que parece que as pessoas que mais me conhecem, são as que menos sabem sobre mim e isso me incomoda demais. Parece que não fazem questão de saber. Não se importam...
Eu sou chata, intransigente às vezes, sou estourada, me irrito fácil, não gosto que me encoste, detesto dormir abraçada, sei lá, me sinto presa, me dá calor, odeio que me acorde cedo num dia que posso acordar mais tarde, não gosto de falar ao telefone por mais de dez minutos, gosto de ter paz, não ligo se não tiver arroz e feijão, mas faço questão do meu bife. Não me importo se não vou comer pão de manhã, mas gosto de tomar café, não ligo se vou ter que passar o dia sem comer nada para economizar calorias, meu café de manhã tem que levar açúcar. Sim, sou chata, sou impaciente e pequenos detalhes me incomodam muito. Mas ao mesmo tempo, dependendo do que for, me fazem abrir o maior dos sorrisos. Não me importo de dormir tarde, mas tem que estar tudo escuro e com calor, não consigo. Sou insegura, inconstante e bipolar mas adoro receber elogios... Me renovam e me fazem pensar que não sou tão ruim assim- aparentemente.
Adoro fazer boas ações e ver as pessoas se importando em ser caridosas. Me abala... 
Odeio que pergunte sobre a minha rotina, estando dentro dela há mais de um ano. Como pode não lembrar de algo tão simples? Adoro abraços, beijos, carinhos e mimos mas com limites. Trato as pessoas com amor, mas quando me irrito, não meço minhas palavras.
Sim, mais uma vez repito, eu sei que sou chata, mas é que quando tenho uma opinião formada sobre alguma coisa, nada me faz mudar de idéia, a não ser que haja um argumento muito convincente.
Às vezes sou meio grossa, depende da época do mês, muitas vezes agrido por nada as pessoas, mas quase sempre peço desculpas. Engulo muita coisa também e vivo perdoando.
Eu gosto de ter alguém pra me acalmar e dizer que vai ficar tudo bem... E gosto de fazer o mesmo.
Não sou alguém fácil de conviver, sou chata, sou metódica e meio certinha. Careta também, tinha esquecido...
Tento mudar, principalmente com pessoas que gostam de mim e fazer de tudo pra tentar me compreender mas é difícil pra mim. Preciso que a pessoa concorde comigo, então, dou todos os meus argumentos e no final, se ela não concordar, simplesmente digo: “Então faça do seu jeito que eu faço do meu” e assim acontece. Mas antes de chegar nesse ponto, falo e ouço, falo e ouço, falo sem pensar, falo besteira, coisas que magoam e ouço o que me deixa triste. Adianta? Não, no final a gente nunca vai concordar mesmo. Não nesse caso...