Hard Rock - anos 70 e 80, mas muito divertido!
domingo, 27 de março de 2011
Sex, Drugs and Eletronic Music.
O sexo é como uma droga. Vicia. Uma vez dependente, sempre
dependente, visto que é um dos vícios mais difíceis de serem curados. Nada pode
definir a sensação de não ter com quem fazer sexo, ou até ter, mas esse alguém
te tratar como mais uma e nem se quer te ligar no dia seguinte. Complicado...
Não é meu caso, creio eu. O sexo com ele, tem me deixado
muito bem, feliz e em paz comigo mesma. Fora auto-estima que cada dia aumenta mais.
Na madrugada escura e fria, saio na ponta dos pés. Cansada,
com sono, mas ele, como sempre, cheio de disposição e eu que não resisto a uma
provocação, resultado: O melhor possível.
Vou ao encontro dele e nos deixamos embalar pelo calor dos corpos
a noite inteira- , ao som de várias musicas eletrônicas-. Não inteira inteira,
porque depois do prazer veio a diversão- se é que consigo ser clara, ao dizer
diversão- e em seguida o sono.
Sono esse que durou quase quatro horas e meia, depois mais
uma hora, mas depois que passa o “efeito alegria”, o corpo volta ao normal e o
normal do meu é ser quente e não parar nunca. Exatamente isso que foi feito.
Usei meu charme para chamá-lo e tive que ouvi-lo dizer algumas vezes que
eu o ignorei a noite toda. Claro! Num estado desse, não se consegue sentir
nada- pelomenos eu.
Mas desde meio dia e meia até tres e meia da tarde, eu me
dediquei integralmente a ele: beijei, abracei, fiz ele bem feliz, tudo do jeitinho que ele gosta. Depois, mais um
pouco de alegria e um banho para fechar com chave de ouro.
Ele então, foi
embora, feliz- tava na cara- e cansado. Deve cair na cama e dormir que nem um
anjo. Foi isso que eu fiz. Só fui acordar lá pras seis da tarde com uma fome
inexplicável. Depois de comer, um texto para não esquecer.
Essa onda que não passa... Preciso de mais uma dose de sexo
e outra de risada.
(J.B.L)
segunda-feira, 21 de março de 2011
Reunião de família ...
O fim de semana foi incrível! E a propósito... Ele me ligou
pra me desejar boa viagem.
Como de costume, esse ano, fomos passar o fim de semana em São
Paulo, na fazenda do Jan- Santa Clara. Dessa vez nem cheguei a ir na São Bento –
da Êrica- e tampouco na São José, que eu não faço idéia de que fim tenha levado
depois da morte do Paul Haiz.
Chegamos na sexta de manhã e eu dormi após tomar café da
manhã. Acordei só para o almoço, conversei um pouco com meus primos e voltei a
dormir e acordei 7 horas da noite. Jantamos ao som de Fabiana, Bruno,
Klauzinho, Lucas Braune e Tomas (o único de SP que se manifestou a tocar alguma
coisa).
Ficamos bebendo caipirinha no bar e fizemos amizade com as
garçonetes. Foi muito divertido. A melhor parte é que depois de bebermos
algumas fomos “viajar” (eu, Fabi e Pedro Braune). Foi bem engraçado, mas não
tanto quanto da ultima vez que me arrisquei a essa aventura.
Bom, enfim... Eu e Fabiana acabamos indo dormir lá pras 5 da
manhã. Acordei para o café e depois voltei pra cama e só acordei duas da tarde,
mesmo assim pq minha mãe me acordou. Aquela cama é tão maravilhosa, tão
deliciosa, que é irresistível. Não tem como levantar dali. Aquele travesseiro,
colcha, lençol, tudo! É praticamente impossível resistir. Mas eu fui mais forte
que ela e depois de algumas horas dormindo, levantei e fui socializar com meus
primos. Almoçamos, rimos, brincamos e conversamos muito.
A noite teve festa, lá na casa do Jan. Foi MUITO BOA! Regadíssima
com as bebidas de melhor qualidade, empregados super competentes, músicas
animadíssimas e, como sempre, o pessoal do Rio que animou aquele bando de
Paulista engomadinho, metido a rico.
Todos beberam muito e a comida, que não era muita, era boa
mesmo assim. Festa de rico me impressiona em certos aspectos. Numa festa de
gente mais humilde, a festa é regada de tudo que é tipo de comida. Pode acabar
a bebida, mas a comida, nunca! Agora em festa de gente com grana, sempre
acontece o oposto. A comida é a parte mais escassa da festa. Bom, enfim... Não vou
ficar falando mal de uma festa que foi maravilhosa.
No dia seguinte, não consegui levantar para o café e só fui
acordar na hora do almoço. Com a família reunida, plantamos uma árvore em
homenagem ao Paul Hainz. Discursos feitos, fotos tiradas, fomos almoçar e
maaais discurso. Ô família pra gostar de falar em público!
Depois de mais umas fotos e conversas, fui arrumar minha
mala, catei tudo meu e o combinado era estar 18:15 com as malas na porta do
quarto que o cara passaria para buscar. Mas antes das 16:30, eu já tava com
tudo pronto e resolvi dormir um pouco.
Meu pai me acordou aos berros e fomos pro ônibus, depois de
nos despedirmos do resto da família que não iria com a gente. O Jan, a esposa e
os filhos, foram até o ônibus para falar com todo mundo e eu achei uma
iniciativa muito importante deles, fazer isso.
Saímos de lá 19:40, com 40 min de atraso, mas nada fatal. Não
preguei o olho de lá até aqui. E 5:30 da manhã chegamos aqui no portão, peguei
minha mala e fui direto pra cama!
EXAUSTA! Faculdade? Nem pensar!
Esse fim de semana foi maravilhoso, eu amo a minha família
apesar de tudo!
Que aventura, heim, Von Haehlings, mas valeu a pena rever
vocês.
Espero que não demore muito até a próxima reunião.
Obs: Ao todo, agora, somamos 75 ! Isso só por parte de pai
(:
E para não perder o costume, ele me ligou enquanto eu estava lá, mas como não tinha sinal, só vi depois a mensagem de que ele tinha ligado e mandei mensagem. Ele disse que queria me ver e que está com saudades. Tá, acredito...
Mas eu sei que eu tô morrendo de saudades dele :/
Enfim... Talvez a gente se veja amanhã ...
Assinar:
Postagens (Atom)

